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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Matheus Felter entrevista George Bueno

Tive o prazer, há alguns dias atrás, de dar uma entrevista ao meu amigo Matheus Felter! 

Conheçam o trabalho e outras entrevistas que ele tem feito: Matheus Felter

E assistam o vídeo logo abaixo! 
Se gostar, não deixe de comentar...


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Cirurgião-dentista - UFES
Especialista e Mestre em Ortodontia - UERJ
george@buenoodontologia.com.br

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Paciência - O segredo da Odontologia?

Uma entrevista feita especialmente para o Cirurgião-dentista e também para os futuros profissionais que enfrentarão um mercado de trabalho que não tem espaço para meio termo, para falta de disposição e para a ausência de comprometimento com o conhecimento odontológico! 

Aproveitem! 




E depois deixe seu comentário para que possamos melhorar nas próximas! 

Agradecimento especiais ao amigo Matheus Felter pelo excelente trabalho que vem realizando em seu Blog: 


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Cirurgião-dentista - UFES
Especialista e Mestre em Ortodontia - UERJ
george@buenoodontologia.com.br

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Entrevista - Prof. Dr. Jonas Capelli Júnior

Começo este post, que traz para vocês a entrevista do Prof. Dr. Jonas Capelli Júnior, com as palavras da Dra Sissy Maria Mendes Machado: 



"A juventude sempre tem um ídolo a ser seguido, seja um astro do rock ou um grande professor. As pessoas, incluindo os grandes mestres, muitas vezes não conseguem visualizar sua influência positiva na formação de seus alunos. Quando ingressei no curso de Especialização em Ortodontia da UERJ, sem noção de Ortodontia, de consultório e nem mesmo de docência, eu precisava de uma luz de orientação. A presença de professores de boa alma e altruístas marcou meu rumo a seguir. Entre esses professores, destaco o Prof. Jonas Capelli Jr. — mestre que apresento nessa entrevista. Sendo ele oriundo da primeira turma desse curso, é sempre espelho para nós. É Diretor do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO) e já recebeu diversos prêmios: entres eles, o prêmio de melhor relato de caso do ano de 2007 publicado no AJO-DO. Possui mais de 60 artigos publicados em revistas cientificas. Portanto, ser coordenador dessa entrevista não poderia ser mais gratificante e cheio de satisfação pessoal, pois sei, com orgulho, que com essa entrevista podemos adquirir uma gama de conhecimentos para nossa prática clínica e científica em nossa amada especialidade, bem como podemos conhecer um pouco desse professor que tem marcado a trajetória de seus alunos e da Ortodontia brasileira, sempre de maneira positiva e inspiradora."

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Trechos da entrevista: 

Em sua concepção, a videografia, tendo como objetivo a captação de imagens faciais dinâmicas, para o diagnóstico e plano de tratamento em Ortodontia, é um método válido? 

A análise facial do sorriso em fotografias padronizadas pode ser utilizada como método auxiliar no diagnóstico e planejamento do tratamento ortodôntico e cirúrgico, permitindo uma avaliação antes e durante o tratamento, assim como pode ser um instrumento confiável para comparações entre o pré- e o pós-tratamento. Entretanto, é importante ressaltar que ela pode ter validade duvidosa, por não representar, necessariamente, o pico de um determinado sorriso. Gravações de vídeo podem fornecer informações mais abrangentes para a avaliação da estética facial.

A crescente percepção entre professores, pesquisadores e clínicos de que a biologia é uma importante parte da prática ortodôntica está refletida na grade curricular dos principais programas de Ortodontia no mundo. Qual a importância de se conhecer a biologia da movimentação dentária para a formação de um ortodontista e para o ortodontista clínico?
Os programas de pós-graduação em Ortodontia sempre privilegiaram a formação e o treinamento nos alicerces da mecânica ortodôntica, haja vista que toda carga horária utilizada é nos simuladores do tipo typodont. No entanto, a clínica ortodôntica se fundamenta em parâmetros mecânicos e biológicos. A abordagem mecânica é suficiente para os tratamentos feitos no typodont;porém, na clínica, é preciso o conhecimento da biologia envolvida. Sou fã entusiasta da definição de mecanotransdução: forças mecânicas aplicadas sobre o dente não são usadas para produzir movimento mecânico, e sim para obter um estímulo biológico capaz de promover reações teciduais, modificando a posição dentária sem danos e com estabilidade13. O exercício clínico dessa definição nos faz questionar alegações como as de tipos de braquetes ou de técnicas que propõem reduções drásticas no tempo de tratamento. Ao ser atingido por uma propaganda ou por uma apresentação desse tipo, começo a raciocinar: isso é capaz de promover um estímulo biológico diferenciado? Se não, onde se fundamenta a hipótese de redução do tempo de tratamento?


Boa leitura: http://www.dentalpress.com.br/portal/entrevista-jonas-capelli-junior/

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Dr. George Bueno

Cirurgião-dentista e Ortodontista
george@buenoodontologia.com.br

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Entrevista - Prof. Dr. Marco Antonio de Oliveira Almeida


Mais que professor e orientador, um amigo. Tive e tenho a felicidade de ser seu aluno e aconselho a todos que dediquem alguns minutos do seu dia para ler a entrevista na íntegra! Senão, faça um pequeno esforço ao menos para ler o post abaixo!

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- Graduado em Odontologia pela Universidade do Estado da Guanabara em 1974.
- Pós-graduado em Ortodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1979.
- Livre-docente em Ortodontia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro em 1988.
- Pós-doutorado em Ortodontia pela University of North Carolina em Chapel Hill/EUA em 1993.
- Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro desde 1974.
- Professor titular de Ortodontia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro desde 1995.
- Autor e co-autor de mais de 30 artigos científicos.
- Autor do livro “Ortodontia: fundamentos e aplicações clínicas”.
- Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Ortodontia (1987-1988).
- Exerce atividade clínica desde 1974 e proferiu diversas palestras e cursos no Brasil e no exterior.
- E-mail para contato: malmeidauerj@yahoo.com.br

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Uma das perguntas respondidas pelo Prof. Dr. Marco Antonio Almeida para atiçar a sua curiosidade:

Na correção da Classe II em crescimento, qual é e quando tem sido usada sua principal estratégia de tratamento? A provável cooperação do paciente exerce alguma influência na decisão de seu plano de tratamento?

Tenho evitado o tratamento da Classe II em duas fases, utilizando-o quando os planos Antero-posterior, transverso e vertical estão comprometidos. Nesses casos, as opções seriam o aparelho de Thurow ou aparelhos funcionais associados à força extrabucal, dependendo da protrusão dos incisivos inferiores. Durante a fase ascendente do surto de crescimento, a aparelhagem extrabucal com puxada parietal é quase sempre a minha escolha e, na fase descendente do surto, os propulsores mandibulares têm sido boas opções.

Quanto à cooperação, me orgulho de conseguir um bom retorno dos pacientes no uso desses aparelhos e credito isso a uma participação efetiva do paciente no processo de diagnóstico e plano de tratamento. Tento conseguir sua cooperação diretamente, evitando o triângulo profissional-responsável-paciente. Costumo dizer para os responsáveis que sou como um motorista de caminhão, pois uso o lema: “mãe tenha distância”.

Em relação aos distalizadores intra-bucais, sou bastante cético quanto à sua efetividade real. Existem inúmeros trabalhos demonstrando a quantidade de distalização e de perda de ancoragem, mas poucos respondem à pergunta: “Distalizei, e agora, como faço para fechar os espaços sem perder ancoragem?”. Acredito também que, com o advento dos mini-implantes, os distalizadores terão suas indicações muito reduzidas. Por outro lado, não consigo conceber esses aparelhos como substitutos dos aparelhos com finalidades ortopédicas, pois conseguir obter uma relação de chave de oclusão através de distalização pura ou através de crescimento ósseo e distalização têm resultados faciais bastante diferentes.

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domingo, 20 de março de 2011

Entrevista: Dr. Hans Pancherz

“O Prof. Dr. Hans Pancherz, para quem acompanha o desenvolvimento da Ortodontia e Ortopedia Facial, dispensa qualquer apresentação. Com suas inúmeras publicações, desde o início da década de 70, este pesquisador tem demonstrado, com sua metodologia impecável e honestidade de propósito, como desenvolver pesquisas com grande impacto clínico e que responde a questionamentos significantes.

Cabe a ele a re-introdução do aparelho de Herbst, há 25 anos atrás, tendo levado esta opção terapêutica a ser uma das mais usadas na Europa e Estados Unidos, no tratamento das maloclusões de Classe II, que apresentem sinais clínicos e cefalométricos de deficiência mandibular.

Atualmente ele é Chefe do Departamento de Ortodontia da Universidade de Giessen, na Alemanha, tendo iniciado sua carreira na Suécia. No último mês de Março, tivemos a honra de receber o Prof. Pancherz aqui em São José dos Campos, para ministrar um brilhante curso sobre o aparelho de Herbst. Dotado de um carisma e simpatia ímpares, o Professor Pancherz encantou a todos, deixando uma mensagem, de que não precisamos ser idolatrados ou inatingíveis para demonstrar nosso conhecimento.”

Prof. Dr. Weber Ursi
UNESP - São José dos Campos – SP




Uma pergunta para dar “água na boca” e incentivar a leitura do resto da entrevista:

O senhor acha que é possível corrigir uma Classe II total, com largura de um pré-molar, com overjet de 11mm, em um período de 6 a 8 meses?
(Pergunta feita pelo Dr. Kurt Faltin Jr.)

Sim, fazemos isto regularmente.


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