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domingo, 4 de março de 2018

Não espere nada de 2018!


Olá, sei que andei meio sumido, mas retorno com muitas novidades neste ano de 2018! A primeira vem em formato de artigo e com este título que diz muito sobre esse ano: Não espere nada de 2018!


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Como assim George? Não devo esperar nada deste ano? Não.

Aliás, você não deve esperar nada deste ano nem nada de ninguém a não ser de você mesmo! Você será o principal responsável pelas mudanças positivas que vão acontecer e vou explicar um pouco mais...

Ninguém deveria começar uma nova etapa desmotivado, mas sei que acontece muitas vezes e com muita gente.

Por isso, meu empenho neste ano será para que você possa ter apoio para progredir em sua jornada odontológica e o segredo para o nosso sucesso será a educação!

Nos posts deste ano, além da Ortodontia, trarei conteúdos relevantes que o ajudarão a conhecer mais sobre sua área de atuação específica na Odontologia, faremos eventos em redes sociais para nos integrarmos melhor, teremos entrevistas com profissionais especializados em ajudar você a ser como gostaria e muito mais!!!

Enfim, que em 2018 possamos ser otimistas ou qualquer outra coisa, mas sejamos algo!

“O otimista tem que estudar, fazer curso, ir atrás, se arrepender, querer largar, juntar com outro… Voltar e repensar, chorar de vez em quando… mas o otimista tem uma grande vantagem: a vida do otimista não é pequena. Pode até ser curta… mas não será pequena!”
(Mário Sérgio Cortella)

Não espere nada de 2018, espere muito de 2018! Pois o ano promete e está apenas começando!

Feliz ano novo!

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Cirurgião-dentista - UFES

Especialista e Mestre em Ortodontia - UERJ

Doutorando em Saúde Coletiva (Epidemiologia) - UFES

Whats app: (27) 99970-8990

george@buenoodontologia.com.br

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Dentistas e redes sociais - #CIORJ2013

Recentemente, aceitei o convite para palestrar num dos maiores congressos de Odontologia do Brasil - o Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro (CIORJ) - e com certeza foi uma das minhas melhores decisões!

Organização, profissionalismo e ciência em total harmonia com a Odontologia! 

Minha palestra pode ser acessada logo mais abaixo: Como os dentistas podem utilizar as redes sociais a seu favor

Em breve, ela também estará disponível como vídeo-aula no iDent


iDent e Dental Cremer, muito obrigado pelo convite!

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Cirurgião-dentista e Ortodontista
georgenbueno@gmail.com

segunda-feira, 8 de julho de 2013

UERJ - Encontro de Ex-alunos de Ortodontia

Começo este post com um agradecimento profundo aos amigos de Belém (Pará) que nos receberam com um encontro científico e divertidíssimo (XIII Encontro de Ex-alunos de Ortodontia - UERJ) numas das capitais mais lindas que já conheci.

Pude conhecer uma cultura interessantíssima e estudar muita Ortodontia! Belém do Pará mostra o Brasil que todo brasileiro deveria conhecer e se orgulhar!

Algumas fotos desta cidade maravilhosa e da programação científica imperdível:

 
(Belém - Pará - Brasil)

(Prof. Dr. José Augusto Miguel)

(Dr.George Bueno)

(Lançamento do livro Ortodontia Multidisciplinar - Prof. Dr. Marco Antonio Almeida)

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Cirurgião-dentista e Ortodontista
georgenbueno@gmail.com

quinta-feira, 27 de junho de 2013

DTM e Ortodontia

Quantos pacientes você costuma receber em seu consultório queixando-se de dor na ATM (ou região)? Contínuas, intermitentes? Qual seria a causa? Você conhece um protocolo de tratamento pare estes casos? Uma resposta única para o tratamento? Será que existe tratamento?

Outra pergunta a ser respondida, geralmente, é: o que a Ortodontia pode fazer por estes pacientes?

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Autores: Simone Vieira Carrara, Paulo César Rodrigues Conti, Juliana Stuginski Barbosa

O Termo do 1º Consenso em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial foi criado com o propósito de substituir divergências por evidência científica dentro dessa especialidade da Odontologia. O documento oferece informações claras e fundamentadas para orientar o cirurgião-dentista e demais profissionais de saúde sobre os cuidados demandados pelo paciente, tanto no processo de diagnóstico diferencial quanto na fase de aplicação das terapias de controle da dor e disfunção.


O profissional que se dispuser a tratar esses pacientes deve conhecer profundamente o diagnóstico diferencial da dor orofacial e suas subclassificações, além de aplicar técnicas de controle dos sintomas com validação científica.

Alguns fatores de relacionamento oclusal são citados como predisponentes das DTM, entretanto, estudos demonstram que a correção desses fatores em indivíduos sintomáticos tem pouca eficácia no controle da DTM.

A prática da Odontologia Baseada em Evidência (OBE) não ampara a prescrição de técnicas que promovem mudanças oclusais complexas e irreversíveis, como o ajuste oclusal por desgaste seletivo, terapia ortodôntica, ortopedia funcional, cirurgia ortognática ou técnicas de reabilitação oral protética no tratamento da disfunção temporomandibular.


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Cirurgião-dentista e Ortodontista
georgenbueno@gmail.com

sexta-feira, 21 de junho de 2013

1° Orthodontic Webinar Congress

No dia 22/06/2013 inicia-se o primeiro Congresso de Ortodontia totalmente on line e acessado mundialmente pela web: 1° Orthodontic Webinar Congress

Para acompanhar a programação do evento basta acessar: http://e-ortodontia.com.br/programa/


(Programação do Congresso)

Aqui você poderá acessar as palestras, tirar dúvidas e entender a dinâmica do evento:
http://e-orthodontic.com/facebook/

ABAIXO VOCÊ PODERÁ ASSISTIR DIRETAMENTE PELO BLOG A PROGRAMAÇÃO AO VIVO DO PRIMEIRO DIA DE CONGRESSO!

Clique no Play e assista a vídeo-conferência agora!
22 de junho


8-10h Duran von Arx (Esp)
12-14h Duran von Arx (En)
15-17h Jonas  Ferreira (Pt)
18-19h
19h-23h
George Bueno (Br)
Derek Mahony(En)

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ortodontia / Odontologia - Você também pode mais!


Recentemente tenho assistido alguns vídeos sobre motivação e empreendedorismo, assuntos pertinentes para meus próximos planos de ação e investimento relacionados à Odontologia. Você será meu parceiro nesta nova etapa de compartilhamento, discussões e trocas mais do que necessárias para o crescimento pessoal e profissional que a Odontologia exige.

Uma mensagem importante que nunca deixo de lembrar é que temos que ter coragem para mudar, para ser um profissional diferenciado. Abaixo estão algumas partes de um texto do Marcelo Tas, jornalista e apresentador de TV; sem dúvidas são ideias a serem desenvolvidas dentro de cada um. Apreciem sem moderação:


“Quando criança, tinha vergonha de ser bom aluno. Cada nota 10 que eu tirava me enchia de constrangimento. Este drama às avessas talvez explique o por que de eu ter ido parar na turma do fundão, aquele bando de bagunceiros que senta lá atrás na sala de aula.

As minhas notas continuaram altas. Mas a carga "negativa" que elas provocavam na minha alma passou a ser neutralizada pelo simples fato de eu ter sido admitido como membro do fundão. Andar com os caras que tinham coragem de levar "a vida a mil"- como se dizia na época - me salvou de ser apenas um nerd besta e tímido.

O pessoal tinha uma "atitude" - para usar uma palavra também de época - de quem era dono de sua própria vida e, mais importante, do seu próprio sonho.

Nunca soube, e até hoje não sei direito, quem eu sou. Mas descobri há algum tempo que sou movido pela pessoa que eu quero ser. Foi essa faísca de inquietação que me fez, aos 15 anos, sair de casa, estudar como um louco e aprender novas habilidades para conseguir entrar na EPCAR, a escola que prepara jovens para serem pilotos de caça da Força Aérea Brasileira. Tempos depois, foi o mesmo desejo de ir atrás de quem eu quero ser que me fez deixar a Aeronáutica e ir atrás de grupos de teatro em São Paulo. Enquanto peregrinava por cursos de dança, aulas de canto e expressão corporal... Cursava duas faculdades aparentemente incompatíveis: a POLI - Escola Politécnica de Engenharia e a ECA - Escola de Comunicações e Artes, na USP.

Neste zigue-zague entre mega nerds que sabem muito de tecnologia e malucos que fazem teatro e jornalismo, descobri a minha vocação profissional. A ficha caiu diante de um equipamento revolucionário que aterrissava no Brasil no início da década de 80: a câmera de vídeo. Eu sei que hoje não faz sentido algum dar valor especial para uma câmera de vídeo. Elas estão em todo lugar, até dentro de telefone celular. Mas naquela época, ninguém, fora as emissoras de TV, tinha tal equipamento.

Encontrei uma nova turma. Eles tinham o meu mix predileto - fundão na atitude e amor pelo conhecimento. Estavam, como eu, apaixonados pela descoberta da linguagem oferecida pelas câmeras de vídeo. Fundamos uma produtora de vídeo com um objetivo nada modesto: revolucionar a linguagem da TV do terceiro milênio. Assim, depois de sair de Ituverava, passar pela Aeronáutica, Engenharia, dança, teatro...me encontrei, e me atirei, no mundo da televisão e da Comunicação.

Só recentemente, com mais de 50 anos de vida, e quase 30 de profissão, descobri importância do fundão na minha vida escolar, emocional e profissional. A chave da descoberta está em duas palavras: sonho e coragem. Creio que cada um de nós, que se arriscam em voos fora da curva, pode se candidatar a ser uma prova viva do ditado: Deus escreve certo por linhas tortas. As linhas são tortas não por deficiência motora do Criador. Mas porque as palavras "sonho" e "coragem" deixam o mundo não linear. Deixam o mundo mais legal, mais veloz e multidimensional. Aprenda a voar!”


Um jeito simples de começar a aparecer para seus futuros clientes e colegas de profissão é iniciar a participação nas mídias sociais, quem sabe com a criação de um perfil profissional numa rede social especial como o iDent.

Já são mais de 30 mil dentistas trocando casos clínicos, conteúdos e oportunidades de emprego. É possível cadastras as experiências profissionais e mostrar o seu trabalho para o mundo!

Quanto mais informações e mais completo seu perfil ficar, maior será a chance de ser encontrado por colegas e também por potenciais pacientes que buscarem suas informações no Google.

Conheça mais: iDent - http://blog.ident.com.br/

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Cirurgião-dentista e Ortodontista
georgenbueno@gmail.com

sexta-feira, 15 de março de 2013

Responsabilidade Civil do Ortodontista

O objetivo do artigo escolhido para esta postagem foi investigar quais as dificuldades do Ortodontista no período após o tratamento ortodôntico, observando se as condutas adotadas satisfazem as reclamações de indivíduos que já terminaram a terapia ortodôntica, perante as determinações do Código de Defesa do Consumidor e do Código Civil quanto ao relacionamento indivíduo/profissional. 

Foi encaminhado via correio um questionário em forma de correspondência do tipo carta-resposta a todos os Cirurgiões-Dentistas inscritos no Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro, com seus registros no Conselho Federal de Odontologia como especialista em ortodontia num total de novecentos e noventa profissionais. 

RESULTADOS DA PESQUISA:

A análise percentual das respostas obtidas demonstrou que o tempo de arquivamento da documentação ortodôntica pelos profissionais foi de: mais de 20 anos (49,8%); por 20 anos (25,5%); por 15 anos (12,4%); por 10 anos (3,8%); e por um período de 5 anos (8,3%). Sobre o controle adotado no período de pós-contenção, 52,8% supervisionam de 6 em 6 meses e 39,9% uma vez por ano.

A maioria dos profissionais (76,5%) relatou que procurariam de qualquer forma evitar uma ação cível.  

(Tempo de supervisão após contenção)

No caso de recidiva, 87,2% dos profissionais informam ao indivíduo que a recidiva é previsível e propõem o retratamento ortodôntico. Quanto à solicitação da documentação ortodôntica pelo indivíduo, 93,7% dos profissionais entregariam a documentação ortodôntica e solicitariam a assinatura de retirada da mesma.

Diante destes resultados, alguns profissionais poderão estar sujeitos a problemas judiciais futuros, já que houve grande divergência entre os profissionais em relação ao tempo de arquivamento da documentação ortodôntica.

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Artigo completo disponível em: http://www.revistargo.com.br/viewarticle.php?id=997

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Cirurgião-dentista e Ortodontista
georgenbueno@gmail.com

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Análise oclusal após a remoção do aparelho ortodôntico


O trauma oclusal primário pode induzir, inicialmente, uma sintomatologia caracterizada por dor difusa, associada a um discreto aumento da mobilidade dentária, que pode durar dias, semanas e até meses. Podemos dizer que este seria o primeiro momento do trauma oclusal.

Em um segundo momento, algumas semanas depois, pode-se notar, radiograficamente, alargamento uniforme do espaço periodontal e espessamento da lâmina dura ou cortical óssea alveolar.
(Espessamento da lâmina dura)

Estas imagens radiográficas ocorrem em consequência da necessidade de fibras periodontais mais espessas e mais longas para suportarem um aumento da função, ou seja, absorver forças oclusais mais intensas; aumenta-se assim a espessura do ligamento periodontal.

Ao mesmo tempo, estas fibras periodontais maiores requerem uma inserção igualmente maior, aumentando-se a espessura da cortical óssea alveolar para suprir esta necessidade, o mesmo devendo ocorrer no cemento, mas neste não é possível se observar alterações nos exames por imagem.

Na sequência, em um terceiro momento, semanas ou meses depois, a continuidade da demanda funcional aumentada pela força oclusal excessiva promove um estiramento intenso e repetitivo das fibras periodontais, especialmente as cervicais, que se inserem na parte mais cervical da crista óssea alveolar.

(Perda óssea vertical em "V")

Radiograficamente, portanto, neste terceiro momento do trauma oclusal, adiciona-se ao quadro imaginológico a perda óssea vertical com formação de um “V” típico do trauma oclusal, formado pelo plano ósseo reabsorvido e a parede radicular.

As radiografias periapicais servem para este diagnóstico, mas as interproximais são mais precisas. Por maior que seja a perda óssea vertical nesta área, a sondagem periodontal não revelará bolsa periodontal.

Neste terceiro momento, mesmo com a perda óssea vertical no espaço interdentário, não haverá bolsa periodontal, mas na face vestibular pode-se notar, clinicamente, que o contorno gengival vai acompanhando o contorno ósseo vestibular, tendo como conseqüência as recessões gengivais em forma de “V” ou angulares nos dentes em trauma oclusal e com deiscências ósseas.

Clinicamente, neste terceiro momento, têm-se um discreto aumento da mobilidade dentária, facetas de desgaste oclusal ou incisal e a presença de recessões em forma de “V”, mas um quarto sinal pode ser adicionado: a abfração.

O esmalte não consegue acompanhar as deformações excessivas que as forças oclusais impõem à dentina. Esta dissonância entre o esmalte e a dentina na absorção das forças excessivas promove microfraturas adamantinas na região cervical com perda de pequenos fragmentos e microexposições de dentina. A abfração acrescenta ao quadro clínico de trauma oclusal a perda cervical do esmalte e a sensibilidade aumentada frente aos fatores bucais variáveis como alimentação, líquidos, respiração, temperatura e outros.

Finalmente, no quarto momento do trauma oclusal, depois de muitos meses e até anos de persistência das forças oclusais excessivas, o osso periférico à cortical óssea alveolar, ou lâmina dura, gradativamente espessa suas trabéculas e áreas de esclerose aparecem ao redor da raiz afetada, distribuídas de forma irregular ou concentrada na lateral e ou na região apical.

Haverá, a partir deste momento, uma agressão cada vez maior e direta sobre as estruturas periodontais, com prováveis danos focais à camada de cementoblastos que protegem as raízes da reabsorção por sua falta de receptores de membrana para os mediadores da reabsorção óssea. Nestas regiões da superfície, micro-áreas de reabsorção radicular ocorrem, se somam e gradativamente se expressam como imagens radiográficas.

(Danos aos cementoblastos, levando à reabsorção radicular)

O desconforto sintomatológico nem sempre está presente e em muitos casos o paciente acomoda-se; o trauma oclusal, por ser subclínico, pode evoluir silenciosamente para consequências mais graves.

Três questionamentos fundamentais
1º)  Quantos profissionais depois de “completado” o tratamento ortodôntico fazem uma análise oclusal, avaliam as possíveis interferências e promovem os ajustes necessários para o paciente ter alta com uma oclusão minimamente aceitável?
2º) Quantos acreditam que isto não seja necessário porque ao longo de seis meses pós-tratamento ortodôntico haverá um ajuste oclusal acomodativo e natural?
3º) Qual a prioridade da Ortodontia: a estética ou a função?

Uma análise oclusal criteriosa deve fazer parte, ou melhor, faz parte do tratamento ortodôntico e apenas depois de uma oclusão normal obtida o paciente deve receber alta e o caso ser considerado completado, pois parece lógico que a função deve prevalecer sobre a estética.
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Dr. George Bueno
Cirurgião-dentista e Ortodontista
georgenbueno@gmail.com

domingo, 2 de dezembro de 2012

Curso - Prof. D. José Augusto Mendes Miguel

O curso de fim de ano da Associação Brasileira de Ortodontia do Espírito Santo (ABOR-ES) com o Professor Doutor José Augusto Mendes Miguel foi sensacional para todos que puderam prestigiá-lo.

Trazendo assuntos pertinentes na clínica diária de Ortodontia, o primeiro tema tratado foi: Tratamento da Classe III - Novas perspectivas para um antigo desafio. 

(Banner do Curso)

Totalmente embasado na literatura científica ortodôntica o Professor Dr. José Augusto Mendes Miguel conseguiu prender a atenção dos ortodontistas presentes mesclando dados científicos com seu profundo conhecimento clínico, além de apresentar ótimos bom humor e simpatia.

(Prof. Dr. José Augusto Mendes Miguel)

Algumas de suas frases que nos fizeram pensar um pouco mais na situação do ensino da ortodontia no Brasil, em como estamos utilizando o que aprendemos de Ortodontia em nossos pacientes e em como devemos ser pacientes e cuidadosos ao lidar com o tratamento da Classe III:

"A Classe III em idade precoce deve muitas vezes ser vista como a ponta do iceberg..."

"É importante dizer ao paciente sobre a chance do insucesso de um tratamento escolhido..."

"O Brasil é o único país do mundo onde a especialidade de Ortodontia é separada da Ortopedia Funcional dos Maxilares..."

"Existe um aspecto importante em tudo o que fazemos, uma curva de aprendizado..."

"Não podemos enxergar todos os pacientes da mesma forma e querermos propor a todos o mesmo tipo de tratamento..."

"Façam um exercício, façam-se esta pergunta ao escolher um tratamento: o que eu faria se fosse o meu filho a receber este tratamento?"

(Colagem indireta de bráquetes ortodônticos)

Na segunda metade do curso foi realizada uma demonstração dos passos laboratoriais e a demonstração clínica (com o paciente presente) da técnica da colagem indireta de bráquetes em ortodontia e como ela pode auxiliar na dinamização e redução de erros deste passo importantíssimo para o bom andamento do tratamento ortodôntico.

(Colagem indireta de bráquetes - ao vivo)

Os ortodontistas presentes (muitos destes, ex-alunos do Prof. José Augusto Mendes Miguel) puderam compreender que o conhecimento é construído diariamente, com pesquisas, embasamento científico e muito respeito pelo ser humano. 

A vontade de melhorar sempre deve ser uma constante em nossas vidas.

(George Bueno, Licia Pacheco, Prof. José Augusto Miguel, Camila Dardengo, Daniela Feu)

Gostaria de participar dos próximos eventos da Associação Brasileira de Ortodontia do ES (ABOR-ES)? 

Associe-se: http://abores.com.br/

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George Bueno

sábado, 26 de novembro de 2011

Luto – Tiziano Baccetti (1966-2011)


Faleceu o Dr. Tiziano Baccetti:

“O italiano mais fantástico e carismático que a Ortodontia já conheceu.” – Eveline Gava

(Tiziano Baccetti)
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A Ortodontia mundial está de luto. 
Palavras de Sheldon Peck (uma das maiores autoridades mundiais em Estética Ortodôntica):

“Faleceu, aos 45 anos de idade, no dia 25 de novembro de 2011, após um acidente em Praga (República Tcheca), Tiziano Baccetti. Perdeu o equilíbrio ao fotografar na famosa Ponte Charles (Charles Bridge) e caiu de uma altura de 8 metros.”

(Charles Bridge)

Em julho deste ano o Dr. Tiziano Baccetti concedeu uma entrevista à Revista Dental Press, na qual é apresentado da seguinte forma:

Filho único de uma pequena família de Florença, Tiziano Baccetti cresceu cercado pelas obras de arte mais importantes do Renascimento italiano. Sempre gostou de escrever e, na juventude, atuava como repórter de um jornal acadêmico. No entanto, acabou ingressando na Universidade de Florença para cursar Odontologia. Nada lhe causava muito interesse, até começar a estudar o crescimento facial. Naquele momento, decidiu ir a fundo nesse assunto, partindo então para cursar seu PhD na mesma universidade. A paixão do Prof. Baccetti pela Ortopedia Dentofacial pode ser sentida até hoje por quem assiste a um de seus cursos, em dezenas de países ao redor do mundo. Em 1995, iniciou uma parceria com a Universidade de Michigan (EUA), onde tem a posição de professor visitante, sem abandonar, contudo, o cargo de professor da Universidade de Florença. O talento desse que é reconhecido como um dos melhores palestrantes do momento, aliado ao dom da escrita, fizeram com que, em uma curta carreira, já tenha produzido mais de 200 artigos em periódicos de impacto, 20 capítulos de livro, além de pôsteres e abstracts em anais de congressos. Nesse ano recebeu mais um prêmio, durante o congresso da Associação Americana de Ortodontia. Foi o apresentador da “Salzmann Lecture”, espaço reservado aos maiores expoentes da especialidade. Não só é o mais jovem a receber essa homenagem como, também, o primeiro italiano. Apaixonado pelo Brasil, já esteve aqui por quatro vezes e, nem bem regressou de sua última vinda, já planeja seu retorno ao Rio de Janeiro, em 2012. Seus assuntos favoritos — além de seu filho Vittorio, de 6 anos — são as anomalias dentárias e o tratamento ortopédico das Classes II e III, com especial interesse pelo momento ideal de tratamento, o que levou a desenvolver o método CVM (Cervical Vertebral Maturation), para determinação precisa do desenvolvimento esquelético. Com a ajuda de quatro renomados professores, que contribuíram com suas perguntas, teremos a oportunidade de conhecer um pouco mais desse grande professor, que possui carisma e simpatia poucas vezes vistos na Ortodontia.

José Augusto M. Miguel

Link para a entrevista completa (pdf): http://www.scielo.br/pdf/dpjo/v16n4/a04v16n4.pdf

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Sentiremos saudades!

(Visita do Dr. Tiziano Baccetti à Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ)

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George Nunes Bueno
Especialista e Mestrando em Ortodontia (UERJ)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ortodontia Contemporânea - de cara nova e com novo projeto!


Este post é um agradecimento à bela parceria que desenvolvi com os colegas Marlos Loiola  e Wendel Shibasaki, responsáveis pela marca “Ortodontia Contemporânea”. Um Blog científico de muita qualidade, uma grande contribuição a tantos colegas que anseiam por conhecimento!

O Blog Ortodontia Contemporânea, de certa forma, foi uma inspiração para que o Blog Bueno Ortodontia se realizasse! Contem sempre comigo para o que precisarem!

Leiam esta matéria e não deixem de assistir o vídeo logo abaixo!

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Após 03 anos divulgando informação e promovendo educação continuada através da internet, o blog da Ortodontia Contemporânea está de cara nova. A página ganhou novas cores e uma nova marca. As mudanças, que já podem ser conferidas no endereço do site, pontuam a ampliação, profissionalização e aprofundamento do projeto, que em breve estará lançado sua grande novidade: um Curso Avançado de Ortodontia Contemporânea.

O Curso Avançado terá aulas presenciais, contará com grandes professores do Brasil e será voltado para especialistas de todo o país. O cronograma é de 01 ano, com início em março de 2012 e aulas a cada 02 meses. Todo o curso será gerido pela Academia da Ortodontia Contemporânea, o novo braço acadêmico do projeto. Mais informações serão divulgadas em breve!

Assista abaixo o filme que apresenta a nova marca do OrtodontiaContemporânea:


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George Nunes Bueno
Especialista e Mestrando em Ortodontia (UERJ)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Aprendamos com o fracasso


Recentemente, li uma reportagem que dizia o seguinte: “O fracasso é inevitável, enquanto o sucesso só acontece de vez em quando”.

Então, por que continuamos tentando aprender apenas a partir de experiências bem-sucedidas?

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Certas pessoas que considero bem-sucedidas em suas escolhas e em suas vidas, trabalharam muito e dedicaram-se para chegar onde estão. Entretanto, segundo Cass Phillips, é preciso considerar que uma grande parcela do sucesso dessas pessoas deve-se a outros indivíduos que conheceram, a determinados momentos propícios do mercado ou a uma série de fatores que não costumam se repetir.

Por outro lado, todas as pessoas que considero mal-sucedidas, poderiam estar melhores do que estão, mas estão fechadas a novas experiências. Deixaram-se interromper pelo primeiro obstáculo no que chamo de “caminho das escolhas”. Assim, o fracasso estaria mais relacionado com as escolhas que fazemos realmente a cada dia, onde as falhas sempre estarão presentes em algum ponto. E é com elas que temos que aprender.

O grande aprendizado é que não se pode deixar de mudar frente às dificuldades. Sandra Maia diz que as mudanças, ou melhor, a transformação do ser, acontece, mas demanda tempo, aprendizado, renúncia. Demanda compromisso, força e determinação.
Não nos deixemos abalar frente às novas dificuldades, pois elas não deixarão de vir. Sejamos, então, mais do que otimistas transpiradores; sejamos sábios, aprendamos com os erros. Se possível, dos outros.

“O pessimista reclama do vento, O otimista espera que ele mude. O sábio ajusta as velas.” 
John Maxwell

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George Nunes Bueno
Especialista e Mestrando em Ortodontia (UERJ)

Referências:

  1. http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI260377-17774,00.html
  2. http://vocesa.abril.com.br/blog/estagiario-y/2011/10/18/5541/
  3. http://br.mulher.yahoo.com/blogs/amoreoutrascoisas/n%C3%A3o-d%C3%A1-para-mudar-radicalmente-185445976.html 
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